sexta-feira, 23 de outubro de 2015

Plantas em varandas de apartamentos

Colocar plantas em varandas é a forma mais próxima que se pode chegar de um jardim dentro dos apartamentos. Elas podem ser colocadas em vasos no chão, na parede, suspensas no teto ou debruçadas no guarda-corpo (trepadeiras). Para receber gramado, o piso tem que ser tratado, para ficar totalmente impermeabilizado.

Para criar uma maior sensação de jardim, o piso pode ser de pedra ou madeira, ou então ser coberto com pedriscos, intercalados ou não com a madeira, que pode vir em placas avulsas.


Em relação à escolha das plantas, é preciso analisar fatores como o tamanho da varanda e também o quanto ela recebe de vento e de luz do sol.

O tamanho e o uso que se quer dar para a varanda determina o tamanho das plantas a serem colocadas, sendo que para sentar na varanda é preciso deixar o espaço da cadeira e mais o acesso a ela livres. Ou então, caso a intenção seja transformar o espaço em uma espécie de jardineira de grande porte, podem ser utilizados vasos maiores, com plantas mais altas, para realmente chamar a atenção de dentro do do apartamento. É importante não deixar a varanda cheia demais, para não sobrecarregar visualmente e também permitindo o acesso a cada planta para conseguir regá-las com facilidade.

O vento e a luz que incidem na varanda interferem no tipo de planta escolhida, já que algumas preferem sombra, outras precisam e resistem melhor ao sol, e algumas são mais resistentes ao impacto do vento do que outras.


Em varandas com muito sol, algumas opções são flores como gerânios, tulipas, rosas ou petúnias, ou então palmeira fênix, moréia bicolor, pleomele e jabuticabeiras. No geral estas são plantas ideais também para receber vento, exceto pelas flores, que são mais delicadas.

Varandas à meia-sombra podem ser bons locais para lança-de-são-jorge, pândano espiral, pata-de-elefante, pau-d’água, asplênio e palmeira-ráfis ou, caso se queira uma varanda mais florida, hortênsias, sinos, fúcsias e louros.


Já para varandas com sombra constante, algumas espécies indicadas são a palmeira-ráfis e a bromélia de sombra, ou flores como bromélias, balsaminas e camélias.

Em qualquer situação, é importante verificar a quantidade de rega necessária para cada planta, optando pelas que menos necessitam de água caso se queira ter plantas com menor necessidade de manutenção.

Photo Credits: Pinterest

quinta-feira, 22 de outubro de 2015

Lareiras Ecológicas

As lareiras ecológicas são também conhecidas como lareiras de etanol, pois funcionam à base de álcool. Essa característica é a que lhe confere perfil ecológico, pois não precisam de lenha para queimar e também não liberam CO2, que é o resultado da queima.


E como não existe nenhuma fumaça, não existe a necessidade de chaminés. Esse aspecto tem muito impacto na arquitetura de interiores, pois permite que a lareira seja utilizada em qualquer local sem dificuldades, além de poder ser deslocada a qualquer momento.


Além da lareira portátil, no entanto, existe a opção de deixar a lareira ecológica fixa, embutida no mobiliário. Para isso, basta adquirir o queimador à parte, e colocá-lo dentro do móvel de acordo com as normas de segurança. É preciso também tomar cuidado para evitar o contato do fogo com materiais inflamáveis, como tecido ou madeira, além de deixá-lo protegido com vidro em locais com crianças ou animais que possam tentar encostar na chama.





A lareira à álcool é mais ecológica do que a lareira elétrica, que também é outra alternativa que dispensa chaminés, pois não consome energia. Outra vantagem é a presença do fogo em si, que gera uma sensação mais agradável e natural.

A lareira ecológica pode ser usada em ambientes internos e também em varandas, e a eficiência do aquecimento varia de acordo com o modelo, que pode ser maior ou menor. O design também é variado, com peças mais clean e outras mais rústicas, e alguns modelos possuem até controle remoto.


Photo Credits: Pinterest

Cubas para banheiro

Cubas de apoio recebem esse nome por serem apoiadas sobre a bancada, ao invés de coladas na parte de baixo. São muitas vezes confundidas com as cubas de sobrepor, que também são apoiadas no tampo, porém com a diferença que as de apoio ficam inteiras na parte superior da bancada, enquanto as de sobrepor ficam com apenas uma borda saltada.


A altura da bancada precisa ser menor quando se usa uma cuba de apoio, pois o que importa é a altura da parte superior da cuba, que deve ficar a aproximadamente 85cm do chão. Uma certa variação é admitida, especialmente de acordo com a altura dos usuários, mas nunca ultrapassando os 90cm de altura ou ficando abaixo de 80cm. Para saber a altura final da bancada, então, basta definir essa medida e subtrair a altura da cuba escolhida.


As cubas de apoio podem ser de diversos tamanhos e formas, mas em geral agregam design diferenciado aos banheiros, e também leveza dependendo do desenho da peça.


Em bancadas com pouca profundidade, podem ser usados os modelos que têm base menor do que a parte superior, ficando assim com a ponta de cima para fora da bancada. É preciso tomar cuidado apenas para que a base fique inteiramente apoiada no tampo, com mais alguns centímetros de folga para não dar a sensação que ela vai cair para a frente.

MODELO E ALTURA DE TORNEIRA PARA CUBAS DE APOIO

O tipo de torneira indicada para ser usada com cubas de apoio, caso o ponto de fixação seja na bancada, são as chamadas “torneiras de bica alta”, que são mais compridas, com a água saindo de um ponto mais alto. O acionamento na parte superior da torneira, ao invés de na base, também é mais prático nesse caso, pois não fica escondido atrás da cuba, dificultando o acesso.


Se a cuba tiver furos para instalação da torneira na própria peça, as torneiras podem ser mais baixas, como se a cuba fosse de embutir, mas caso se queira um maior destaque é possível usar torneiras mais altas também.


Podem ser usadas também torneiras de parede, tomando o cuidado de deixar o ponto de saída da água de preferência a cerca de 10 a 15 cm acima do topo da cuba. O importante é que a água não saia muito do alto, para não espirrar para fora, mas que também não fique tão baixa a ponto de se ter que colocar a mão inteira dentro da cuba para enxaguá-la.


Photo Credits: Pinterest

O que é um Loft

O chamado “estilo loft” é um termo que tem sido utilizado de maneira aleatória, normalmente para designar ambientes integrados ou com pé-direito duplo, mas para entender o que é o verdadeiro loft é preciso conhecer suas origens.


Na verdade, o termo “loft” em si se refere a um espaço de armazenagem geralmente no alto de galpões, celeiros ou outros ambientes amplos sem repartições e com pé-direito alto.

O conceito de loft como moradia urbana começou a ser difundido a partir da ocupação de galpões industriais primeiramente na França, nos anos 50, e depois em Nova Iorque. Após alguns anos, com a exposição da idéia em filmes como “Flashdance” e “Ghost“, os lofts caíram no gosto geral, e começaram a ser reproduzidos em locais que não fossem originalmente galpões industriais, mas que mantivessem os aspectos que os caracterizam.





Por serem surgido a partir de galpões reaproveitados de maneira informal e principalmente por um público alternativo, muitas vezes composto por artistas e profissionais liberais, o loft ficou associado à idéia de ambiente descolado, e também com algumas características espaciais e decorativas bem marcantes:

- Pé-direito alto, muitas vezes com mezanino;
- Presença de uma ou mais aberturas amplas e altas, tais como as existentes nos antigos galpões;
- Tubulações hidráulicas e estrutura aparente, além de revestimentos rústicos aparentes, como tijolos e piso de cimento;
- Ambientes integrados, sem muitas divisões, mantendo a sensação de amplitude e liberdade.

Sendo assim, não é qualquer sala com cozinha americana ou apartamento duplex que pode ser identificado como um loft, como muitas vezes acontece, já que o conceito original remete a um estilo de vida e sensações espaciais bem específicas, que caracterizam o chamado “Loft Living” (Vida em lofts). Alguns elementos, porém, podem aparecer isoladamente, lembrando o conceito de uma maneira mais vaga e agregando “toques de loft” aos espaços.

Photo Credits: Design and Landscaping Ideas

quarta-feira, 21 de outubro de 2015

Papéis de parede decorativos

Os adesivos decorativos recebem esse nome por serem usados como parte da decoração dos ambientes, seja nas paredes, nos móveis, nos eletrodomésticos ou até nas janelas e nos boxes dos banheiros.


Existem adesivos sem fundo com desenhos variados, e estes são os melhores para decorar de maneira mais leve e descontraída, deixando a ambientação mais divertida. Muitos têm temas específicos, permitindo caracterizar os espaços, para que eles fiquem com o visual correspondente a um assunto específico ou à personalidade de cada um.


Dependendo da imagem escolhida, o resultado pode ser bem variado, porém de maneira geral o uso de adesivos confere certo descolamento e visual diferenciado à decoração, já que os desenhos tendem a deixar o ambiente mais divertido.




Já os que revestem áreas maiores, como os que imitam outros revestimentos ou têm grandes imagens impressas como fotos ou paisagens, são ideais para destacar uma parede de maneira bem impactante, quando são mais chamativos, ou então para cobrir as paredes sem sujeira e com a possibilidade de tirar o revestimento sem grandes reformas no futuro.


A ausência de espessura é outra vantagem dos adesivos, bem como a instalação prática e fácil, que requer apenas cuidados para não formar bolhas.


Algumas peças, como móveis e principalmente eletrodomésticos como geladeiras e frigobares, podem ganhar figuras pontuais de adesivo ou então serem totalmente revestidos, com adesivos lisos ou então estampados, dependendo do gosto e do encaixe no projeto. Esse recurso é bom para renovar peças antigas ou então para simplesmente dar um toque e valorizar elementos que de outra forma ficariam mais apagados. A durabilidade tende a ser grande, caso o adesivo seja bem aplicado.


Qualquer ambiente permite a colocação de adesivos decorativos, sendo os quartos infantis o local onde eles mais são usados, já que deixam o espaço mais alegre e divertido, principalmente se forem coloridos.


Porém em qualquer espaço é interessante que eles não sejam usados em excesso, deixando pelo menos algum espaço entre cada adesivo, para que as imagens não se confundam e fiquem competindo entre si.


Photo Credits: Dicas de Arquitetura

Móveis e acessórios infantis

Para escolher os móveis e acessórios infantis é bom ter em mente o ambiente como um todo, pois o aspecto colorido é bom para criar sensação alegre, mas se não for usado com critério pode deixar a decoração poluída e caótica.


Se a intenção for criar um quarto especificamente masculino ou feminino, podem ser usados móveis com gênero bem definido, como camas de carrinho ou de princesa, ou então móveis com cores específicas, que podem combinar ou contrastar com as cores das paredes.


Os acessórios costumam ser de cores bem variadas, e se misturam com os brinquedos em uma composição de cores bem chamativas. Por isso, se a quantidade de acessórios e brinquedos expostos for muito grande, é interessante usar cores mais neutras e suaves nas paredes e no mobiliário de maneira geral. Isso organiza o espaço e também realça as cores dos acessórios, que ficam mais valorizados.




Os móveis e acessórios infantis costumam puxar para dois lados diferentes: Ou são divertidos ou são meigos. É preciso então definir o tipo de ambientação desejada, e misturar elementos com uma característica ou outra, se quiser, mas preferencialmente deixar um dos estilos como dominante e o outro apenas como complementar.


Alguns toques de cor ou formas mais sérias podem também ser usadas, para balancear a decoração final e evitar o excesso de informações.

Photo Credits: Dicas de Arquitetura

Qual Rodapé usar?

A colocação de algum tipo de rodapé entre o piso e a parede é importante principalmente para proteger a parte mais baixa da parede do desgaste gerado pelo contato com a sujeira e também por eventuais choques de pés e objetos como vassouras, aspiradores de pó, etc. Nesse aspecto qualquer rodapé funciona, e não é totalmente necessário em locais onde as paredes são revestidas com cerâmica, porcelanato ou outro material mais difícil de sujar, a não se que se queira criar algum tipo de efeito estético.

Qualquer rodapé funciona para proteger as paredes, mas alguns fatores devem ser observados em relação à arquitetura dos ambientes, já que eles podem ter diferentes formas, materiais e cores.

Antigamente os rodapés eram sempre feitos no mesmo material que o piso, e tinham uma altura pequena, de cerca de 5cm apenas. Atualmente, essa solução ainda pode ser utilizada, mas existem também algumas outras:


- Escolha do rodapé quanto ao material

O rodapé no mesmo material do piso serve para valorizar o piso, que parece que está “invadindo” a parede, ficando com isso mais destacado e imponente.

Caso a idéia seja usar um material para o rodapé diferente do escolhido para o piso, então os fatores a analisar, fora os estéticos, são a resistência a choques e à umidade de cada material, além das possibilidades de acabamento, para que ele fique de acordo com o contexto da ambientação. Rodapés de pedra ou cerâmica são mais resistentes, enquanto rodapés de madeira permitem uma maior variedade de acabamentos, por exemplo. E tudo depende dos outros elementos presentes na decoração, para que material do rodapé não fique perdido e sem sentido.




Um material muito utilizado atualmente para fazer rodapés sem ser igual ao piso é o rodapé em perfil de alumínio, que é bem resistente e fica encaixado na parede, criando um resultado clean e moderno, além de eficiente e econômico. A sensação final é de que a parede está praticamente descolada do chão, e por isso ela é chamada de “parede flutuante”. Para colocá-lo, é preciso calcular o espaço a ser deixado na base da parede para embutir o perfil.

Outros materiais também podem ficar embutidos na parede, porém somente o perfil de alumínio, que fica recuado, cria essa sensação mais leve, já que os demais ficam chapados em relação à parede, tirando apenas a espessura sobressaliente.

- Escolha da forma e tamanho do rodapé

De maneira geral, rodapés com acabamento reto são mais modernos, enquanto formas curvas são mais suaves e tradicionais. Quanto mais detalhes a peça tiver, como frisos ou recortes, mais destacado ficará o rodapé, portanto a quantidade de informação visual deve ser balanceada de acordo com o restante do ambiente.

A altura do rodapé determina sua imponência e robustez, sendo que rodapés muito altos podem dar sensação até de que o pé-direito é mais baixo, portanto não devem ser usados em ambientes em que o teto não seja muito elevado.

- Escolha da cor do rodapé

De acordo com a sua cor, o rodapé pode ficar realçado ou mais escondido. Para ficar mais discreto, basta que seja da cor da parede ou do piso, e de uma cor diferente para ficar destacado. O rodapé mais discreto é neutro, servindo para valorizar o acabamento do piso ou então deixar a decoração mais leve, enquanto uma cor diferenciada  chama a atenção para baixo, para o contorno dos ambientes. Em pequenos espaços, portanto, é melhor que o rodapé fique menos aparente, para que as dimensões reduzidas não fiquem tão nítidas.

Por fim, no caso de ser de uma cor diferente do piso ou da parede, é importante que o rodapé tenha alguma tonalidade já presente no ambiente, pois caso contrário irá destoar demais e ficará parecendo uma fita de emenda que foi colocada e esquecida ali por acaso.

Photo Credits: Dicas de Arquitetura

quinta-feira, 1 de outubro de 2015

Mesa de parede dobrável

A mesa de parede recebe esse nome por ser presa na parede, ao invés de apoiada no chão. Mesmo sendo fixa em um único ponto, sem poder ser deslocada de um lugar para outro, ela tem a vantagem de liberar o piso, deixando a ambientação mais leve.


Quando a mesa de parede é dobrável, a versatilidade fica maior, pois ela pode ser recolhida, liberando o espaço totalmente.

A maior parte dos modelos desse tipo de mesa tem pouca profundidade, para facilitar a sustentação. Sendo assim, elas podem ser usadas como bancadas de refeição rápida na cozinha, bancadas de apoio para o manuseio de alimentos, ou até como suporte para notebooks em home offices.





Para incrementar a funcionalidade, a mesa pode ser integrada com armários, que ficam fechados constantemente ou então com portas que funcionam como mesa, deixando o armário aberto quando apoiadas no chão e fechado quando recolhidas.

As mesas de parede com forma arredondadas são ideais para pequenos espaços, ou então para locais que ficam muito na passagem ou onde existam crianças, pois não têm quinas nos cantos para bater.

Photo Credits: Tok & Stok