segunda-feira, 28 de setembro de 2015

Mesas diferenciadas

As mesas de design diferenciado e reconhecido internacionalmente são ótimas para dar destaque e personalidade a qualquer sala. Algumas com visual mais clássico, outras mais ousadas, mas sempre com desenhos que deixam claro que a mão de um profissional passou por ali:





- Mesa Noguchi Ciclone

Obra do designer Isamu Noguchi, a Mesa Ciclone tem esse nome pelo formato dos seus pés, em linhas trançadas imitando o movimento de um ciclone. Com visual moderno e leve, confere um toque high tech à ambientação.





- Mesa Saarinen

Parte da linha Tulip do arquiteto Eero Saarinen, a mesa Saarinen pode ter tampo oval ou redondo, e sua base é arredondada, de desenho suave.

- Mesa Swan

Mesa desenhada pelo arquiteto e designer dinamarquês Arne Jacobsen, faz parte da linha Swan, desenhada no final dos anos 50. A linha se caracteriza pela base, com haste única no centro e que se divide na parte de baixo em vários pés horizontais. O nome “Swan”, que significa “Cisne”, vem da forma resultante desse desenho da base, que imita os pés dos cisnes juntamente com a forma das cadeiras dessa linha, que imitam as asas.


- Mesa Vladimir Kagan

Uma das mesas desenhadas pelo designer Vladimir Kagan, que recebeu seu nome. Sua principal característica são os pés inspirados em galhos de árvores, com linhas suaves e pontas finas que lhe conferem extrema leveza. Pode ser usada como mesa de jantar ou no escritório.


- Mesa Warren Platner

Parte da coleção Platner, desenvolvida pelo designer e arquiteto Warren Platner na década de 1960, junto com a equipe da Knoll. A produção foi muito complicada porque envolvia em sua estrutura centenas de varas metálicas que precisaram ser soldadas mais de mil vezes. O resultado final, no entanto, é extremamente marcante e diferenciado.


Photo Credits: Pinterest

domingo, 27 de setembro de 2015

Vasos na parede

Colocar vasos na parede pode resolver duas coisas de uma vez só: Criar destaque para alguma parede específica que se queira valorizar, e ao mesmo tempo conseguir colocar plantas em locais com pouco espaço disponível no chão. É, portanto, uma maneira útil e agradável de aproveitar os espaços na vertical, sendo o uso de plantas uma ótima pedida para gerar bem-estar a qualquer ambiente.


Para fazer isso, é possível comprar vasos de parede, e fixá-los de maneira independente, diretamente na parede, ou então usar algum tipo de painel para agrupar os vasos. Eles podem ser vasos fixos ou então podem ser usadas pequenas prateleiras de apoio, para deixar os vasos soltos. A vantagem de deixá-los soltos é a facilidade no caso de uma eventual troca de plantas no vaso ou até mesmo da troca do vaso. Existem até algumas prateleiras feitas para isso, em que os vasos ficam soltos, mas embutidos.

Um ponto importante a ser considerado é a altura onde os vasos serão colocados, pois é preciso regar cada plantinha, e se elas ficarem muito altas pode ser necessário o uso de bancos, o que não é muito prático. O ideal, portanto, é deixá-los no máximo até um pouco acima da altura da cabeça da pessoa que irá fazer a manutenção.




Outra questão é a composição que os vasos irão formar na parede. No caso do uso de um painel, a posição de cada vaso pode variar bastante, pois o painel em si dá ideia de unidade e organiza o conjunto. Ele pode ser um painel fechado, de madeira ou até mesmo de xaxim, com vasos do mesmo material, ou então vazado, para ficar mais leve.


Mas se forem usados apenas os vasos na parede, é interessante deixá-los alinhados, na vertical ou na horizontal, ou então deixá-los pelo menos com o mesmo espaçamento entre si, criando algum sentido na composição mesmo se estiverem desalinhados. E se as plantas forem pequenas, os vasos devem ficar próximos um dos outros, para ficarem integrados, mas não a ponto de fazer com que as plantas se encostem.

Photo Credits: Pinterest


Mesas para notebook

Práticas e ergonômicas, as mesas para notebook são uma alternativa mais confortável e segura às soluções improvisadas como apoiá-lo no colo, sobre almofadas ou então em mesas que não foram feitas para isso.

São mais confortáveis porque possuem medidas mais adequadas e também se encaixam no mobiliário, e mais seguras porque o notebook precisa ficar sempre apoiado em algum lugar sólido, que permita a ventilação pela sua parte inferior. Quando colocamos o note sobre qualquer objeto macio, como a colcha da cama, o sofá ou uma almofada, a parte de baixo fica encostada no tecido, sem liberar aqueles poucos milímetros necessários para o resfriamento. Isso pode provocar acidentes ou no mínimo prejudicar o aparelho.


Existem almofadas especiais, com a parte de cima rígida, ou então bandejas que cumprem com essa função de maneira simples e bem versátil, podendo ser usadas em qualquer canto, desde o sofá da sala até na cama. A desvantagem é ficarem apoiadas diretamente sobre o colo, tendo que ser retiradas cada vez que se quer levantar.



Já as mesas para notebook propriamente ditas permitem o uso confortável do aparelho sem ter que equilibrá-lo sobre as pernas, bastando empurrar ou puxar a mesinha para utilizá-la.


Os modelos variam quanto à quantidade de regulagens que possuem, podendo ter inclinação na plataforma de apoio, regulagem de altura e também algumas opções com armário ou com suporte para o mouse e outros objetos. Essas variações são ideais para usar a mesa em diferentes móveis, ou então para ajustar de acordo com diferentes pessoas e usos.


No geral, são peças leves, que podem ser facilmente encaixadas na decoração, ficando próximas à parede quando não estão sendo usadas, como se fossem uma escrivaninha, ou então do lado do sofá ou cama onde serão utilizadas, para aumentar a praticidade.

Photo Credits: Pinterest


Cooktops - Tipos e modelos

Muito procurados por deixarem a cozinha com aspecto moderno e leve, os cooktops são uma alternativa ao fogão convencional, com apenas as bocas e sem o forno. Isso permite que o forno seja posicionado em outro lugar da cozinha, como em uma torre de armários mais altos, por exemplo, permitindo seu fácil acesso. Mas o forno de embutir pode ser colocado também sob o cooktop, embora de maneira independente.


Existem diferentes tipos de cooktops no mercado, com 1, 2, 4, 5 ou 6 bocas, identificados pela aparência e forma de funcionamento:

- Cooktops elétricos:

Com funcionamento por energia elétrica, esses cooktops têm base de vidro, com bocas sem fogo, que apenas ficam aquecidas, aquecendo a panela pelo contato. Seu visual é clean e muito leve, tendo que se ter apenas o cuidado de não encostar na boca que estiver avermelhada, pois isso significa que ela está muito quente.

- Cooktops à gás:

Os cooktops que funcionam à base de gás têm visual mais robusto, pois as bocas são semelhantes às do fogão convencional, e liberam fogo da mesma forma. São os modelos mais em conta de cooktop, mas têm o inconveniente de precisarem de instalações para a entrada do gás, assim como o fogão comum.


- Cooktops de indução:

A versão mais inovadora de cooktop é a que funciona através de um mecanismo chamado de “indução”. Esse cooktop é alimentado por energia elétrica, mas os alimentos são aquecidos pela movimentação das moléculas, que são “induzidas” a se mexerem e assim ficarem aquecidas, daí o nome. Para que isso aconteça, as panelas precisam ser magnéticas, específicas para essa finalidade, e a vantagem é a segurança, já que após desligada cada boca do cooktop fica imediatamente fria, evitando possíveis queimaduras pelo contato acidental.


Photo Credits: Pinterest e Casa Eletrolux


Dicas para revitalizar ambientes sem obra

Revitalizar ambientes não precisa ser sinônimo de quebra-quebra e nem de muito gasto, necessariamente. Dependendo da situação, apenas algumas ações já podem dar nova vida à decoração:


- Remanejamento dos móveis

Mudar os móveis de posição, especialmente os de grande porte, é um dos recursos com maior poder de transformação dentro de um ambiente. Alteram-se as sensações e o funcionamento do espaço. E justamente por isso é importante prestar atenção no resultado final, usando os móveis para delimitar e setorizar os ambientes. Os móveis maiores não devem estar todos concentrados na mesma área, e sim espalhados pelo ambiente, e peças muito grandes devem, preferencialmente, ser posicionadas em paredes maiores ou locais fora da passagem, para gerar sensação de proporcionalidade e não obstruir ou sufocar a ambientação.

- Arrumação geral

Arrumar os acessórios significa, a princípio, limpar e eliminar a bagunça, mas pode ir além disso. É possível, com a arrumação cuidadosa dos elementos, destacar e valorizar paredes ou cantos específicos, chamando a atenção para novos locais, ou então agrupar os objetos, ao invés de deixá-los espalhados aleatoriamente, de modo a criar maior sensação de organização.

- Revitalização de peças

Ainda sem fazer sujeira, mas investindo um pouco mais, podem ser usados adesivos decorativos em móveis ou paredes, dando novo aspecto às peças ou cantos específicos e consequentemente criando novas sensações no ambiente.


- Acréscimo de plantas

As plantas e outros elementos naturais, como fontes ou pedras, são simples mas podem fazer uma grande diferença na ambientação. Eles trazem bem-estar e conforto, criam vida em espaços muito frios e refrescam ambientes muito quentes. Se forem espalhados de maneira homogênea, são capazes de roubar o foco de atenção de quem entra no local, criando assim uma nova identidade para o antigo ambiente.

- Alteração da iluminação

Mesmo sem quebrar o forro ou criar novos pontos de luz é possível alterar o tipo de iluminação de um ambiente, e a sensação gerada pelo espaço fica totalmente transformada. Para isso, basta usar outros tipos de luminárias, tanto nos pontos existentes no teto ou na parede como nas tomadas simples existentes, que podem servir para ligar abajures ou luminárias de piso.

Photo Credits: Pinterest

Jardim embaixo da escada

Criar um jardim debaixo da escada é uma boa alternativa para aproveitar o espaço que normalmente fica perdido, e de quebra aumenta sensação de bem-estar dos ambientes através das plantas.


O jardim também serve para evitar que se bata a cabeça na parte inferior da escada, criando uma delimitação do caminho no piso que impede a passagem quando se está distraído e olhando para o chão.

É possível usar vasos soltos, criando uma composição com plantas mais altas e outras mais baixas, ou então com a repetição da mesma planta, deixando o jardim mais homogêneo. Em qualquer situação, os vasos não devem estar muito próximos uns dos outros, quase encostados, e sim formando um desenho bem distribuído na área de projeção da escada, para ficar proporcional e valorizado.

Outra possibilidade é cobrir o piso com pedras ou areia, deixando a região mais delimitada e destacada, e acrescentar vasos de plantas, fontes ou placas de madeira removível. Caso o local já tenha algum tipo de piso colocado, especialmente se for de materiais mais sensíveis, é interessante usar um material para proteção, como lonas plásticas ou de tecido, impedindo o contato direto das pedras com o revestimento. E nesse caso deve ser feita uma pequena mureta para contenção das pedras ou areia, que pode ser apenas um filete. Essa peça não é necessária em locais que estejam ainda no contrapiso, já que a própria espessura do piso a ser locado ao redor do jardim servirá como barreira.

Para colocar plantas sob a escada sem a utilização de vasos, ou até mesmo grama, é preciso, além do recebimento da luz necessária para o gramado, que o local tenha um sistema de escoamento conectado à rede de esgoto, para que a grama e as plantas possam ser regadas.

Photo Credits: Pinterest

sábado, 26 de setembro de 2015

Móveis para a área externa

Os móveis para área externa são responsáveis por aproveitar os espaços abertos, como varandas, terraços, quintais e jardins, e devem se adequar a essa localização tanto em termos visuais quanto funcionais.


Em relação à aparência, tudo depende do efeito que se deseja criar. Locais com natureza abundante podem ter móveis rústicos, que se integram ao entorno de maneira agradável e aconchegante, ou então peças que se destacam, criando a valorização através do contraste. Locais muito secos, no entanto, pedem móveis mais confortáveis e naturais, para equilibrar e gerar bem-estar.


Já o aspecto funcional, de extrema importância quando o assunto são áreas externas, refere-se à resistência e durabilidade dos móveis e materiais. Por ficarem expostos, muitas vezes inclusive à água da chuva ou da piscina, quanto menor for a possibilidade de oxidação ou absorção de umidade, melhor. Os móveis de madeira, portanto, devem receber resina de proteção, os de plástico devem ser limpos com regularidade para não ficarem manchados e os metálicos devem ser inoxidáveis ou de alumínio, preferencialmente, e especialmente em regiões litorâneas.

Isso não impede que alguns bancos e cadeiras tenham estofamento em tecido, ficando assim mais confortáveis. Basta que os tecidos sejam impermeáveis, impedindo que a umidade chegue até a espuma dos assentos e almofadas. É possível inclusive aplicar um tratamento sobre tecidos comuns, fazendo com que eles se tornem impermeáveis.

Se o mobiliário ficar constantemente em contato com o sol, é interessante que ele seja feito de algum material que não absorva o calor, para não ficar muito quente. A madeira natural, nesse caso, é uma boa opção.

Photo Credits: Dicas de Arquitetura

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Cor da parede da sala com violeta

Nesta sala a dúvida era qual cor usar na parede, sendo que já existia um sofá na cor violeta, cortina com prata e preto e alguns móveis em branco e preto.



Nessa situação, duas saídas são possíveis: A primeira é tirar partido do prata da cortina, que na verdade é um cinza com brilho, e criar uma base também nesta cor. A parede de destaque poderia ser cinza, as demais brancas, para combinar com o branco dos móveis existentes. E os detalhes em preto poderiam ser repetidos em outros detalhe, como no tapete, valorizando a cortina e os móveis com preto.

Outra possibilidade, caso a intenção seja ter uma sala com aspecto mais vibrante, seria reforçar o violeta do sofá, pintando a parede oposta desta mesma cor. Se isso for feito, o ideal é que o restante das paredes e detalhes sejam em branco e cinza, para valorizar e ao mesmo tempo equilibrar a cor forte, e sem muito preto para não sobrecarregar. Apenas o preto existente nos móveis é suficiente para justificar o preto da cortina. O cinza precisa estar presente de qualquer forma, para dar sentido ao prata da cortina.


Photo Credits: Dicas de arquitetura.

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Plantas em cestos suspensos

Para liberar espaço do chão e evitar maiores gastos com um jardim vertical, e ainda assim trazer um pouco de natureza para dentro de casa, uma boa alternativa pode ser colocar as plantas em cestos suspensos, ou seja, em vasos pendurados.



Essa solução valoriza as plantas e vasos em si e também pode ser usada para destacar algum canto ou móvel, assim como uma luminária pendente. Isso acontece quando é usado, por exemplo, um único vaso suspenso sobre uma mesa, alinhados, formando uma composição. O efeito é sempre leve e diferenciado. 

As plantas ideais dependem das condições do local onde os vasos serão colocados, em relação à quantidade de sol, vento e água que recebem, mas nesse caso faz diferença também a sua forma, pois plantas com folhas que caem criam um efeito mais aconchegante e tranquilo, enquanto plantas que crescem para cima deixam o vaso mais à mostra e têm aspecto mais “duro”, quebrando e balanceando o efeito mais fluido dos vasos pendurados.



A altura final dos cestos deve ser determinada principalmente pelo aspecto funcional, nesse caso, pois é importante que as plantas possam ser regadas com comodidade. Quando são usados vários vasos ou cestos, formando uma espécie de estante suspensa, a altura deve ser pensada a partir do vaso mais alto, para que este fique facilmente acessível. Para isso, o ideal é que a planta mais alta fique no máximo no nível da cabeça de uma pessoa, aproximadamente.

É preciso tomar cuidado para que a distância entre o vaso de cima e o de baixo, ou então entre o vaso e qualquer superfície acima ou abaixo dele seja suficiente para que as plantas fiquem soltas, sem encostar em nada, garantindo mais saúde para a plantinha e também um melhor resultado visual.


Imagens: Beautiful Mess.


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Dicas para escolher banquetas

Na hora de escolher banquetas para o bar ou qualquer outro ambiente, alguns aspectos funcionais devem ser analisados, além da escolha do modelo que mais agrade visualmente:


A altura da banqueta deverá estar de acordo com a mesa ou balcão onde será utilizada, sendo que banquetas altas, com 70cm ou mais até o assento, são utilizadas com bancadas a 1 metro ou mais de altura, banquetas baixas, que têm altura de cadeiras normais (50cm) são usadas com mesas de 70cm de altura e as banquetas intermediárias, de 60cm de altura, são ideais para bancadas de cozinha, que costumam ter cerca de 90cm de altura.

As regulagens são um bom recurso para situações em que seja necessário ou desejável ter alguma versatilidade e também maior conforto. Em relação à altura, o ajuste pode permitir o uso em diferentes locais ou então com bancadas com medidas fora dos padrões convencionais. Já o sistema giratório permite que se sente e saia da banqueta com mais facilidade, sem ter que arrastar a peça.

Para escolher se a banqueta terá encosto, o essencial é a quantidade de tempo que a banqueta será usada, já que o encosto proporciona maior conforto. As banquetas sem encosto, por outro lado, são mais leves e podem ser encaixadas sob as bancadas quando não estiverem sendo usadas, otimizando o espaço livre.

Os apoios de pés são muitas vezes esquecidos mas fazem uma grande diferença, especialmente nas peças mais altas, ou que sejam utilizadas por pessoas mais baixas, que não alcancem o chão com os pés quando sentadas. Nessas situações, o apoio é elemento fundamental da banqueta, que sem ela ficará extremamente desconfortável e praticamente não poderá ser usada.




 

Photo Credits: Dicas de Arquitetura
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sexta-feira, 25 de setembro de 2015

Eletrodomésticos embutidos

O uso de eletrodomésticos embutidos na cozinha, antes mais comum apenas para o fogão, agora estende-se muitas vezes para o forno microondas, o cooktop e fornos separados, e algumas vezes até para a geladeira.


Essa tendência aumentou com a chegada dos cooktops, que automaticamente separa as bocas do fogão do forno, possibilitando a colocação de 1 ou mais fornos em torres verticais, ou seja, embutidos em armários mais altos. Essa opção agrega versatilidade e praticidade à cozinha, já que o manuseio das peças fica mais fácil.

Mas essa não é a única vantagem dos eletrodomésticos embutidos. Eles proporcionam ao ambiente um aspecto mais clean e moderno, especialmente quando são usados modelos também nesta linha, e ainda facilitam a manutenção, já que evitam a formação de cantos difíceis de se limpar, e que vão acumulando sujeira.


É preciso apenas estar disposto a investir um pouco mais, já que os eletrodomésticos de embutir costumam ser mais caros do que os soltos, e também tomar cuidado com as medidas, que devem ser meticulosamente calculadas. Embora algumas peças tenham medidas padronizadas, existem diferenças de uma marca para outra e também opções de tamanho diferentes. Além de ser impossível encaixar um aparelho maior do que o vão do armário, também não fica legal um vão muito grande, com a peça perdida lá no meio.


Outra questão a ser considerada é a facilidade de manutenção, que obviamente é mais simples quando os eletrodomésticos estão soltos, facilitando o alcance das tubulações. É possível deixar os pontos-chave de manutenção embutidos nos armários mas com fácil acesso através de pequenas portinhas, furos nos fundos ou painéis removíveis, mas o aparelho sempre terá q ser desencaixado para se chegar a esses pontos. Torce-se, na verdade, para que não seja necessário mexer nessa tubulação, pois isso só é necessário em caso de falhas e problemas diversos.

Photo Credits: Dicas de Arquitetura

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sábado, 19 de setembro de 2015

Cozinha americana - Dicas para não errar na decoração

A cozinha americana é a aposta de grande parte das novas casas e apartamentos. Costuma interagir com a sala de estar ou de jantar e possibilita o preparo de delícias gastronômicas ao mesmo tempo em que se conversa com os convidados que estão nos ambientes vizinhos. Justamente por ser integrada, pequenos erros em sua decoração podem atrapalhar o visual do restante do projeto.

Photo Credits: Divulgação
1. Coifa potente: Cozinhar definitivamente não pode se tornar sinônimo de fumaça e cheiro de fritura por toda a casa. Caso contrário, a cozinha americana se torna um transtorno em vez de um benefício. Portanto, além de investir em uma bela decoração, não se esqueça de instalar uma coifa potente com o intuito de driblar os incômodos.

2. Divisão: A cozinha americana é uma aposta para integrar ambientes, mas pode contar com detalhes que conferem uma certa divisão. Outra sugestão é a porta de correr, que permite momentos de privacidade.

Photo Credits: Divulgação
3. A cozinha americana pode ser totalmente integrada ao resto da casa, sem portas ou balcões. Com ou sem itens que proporcionem certa divisão, é interessante que o estilo de decorar siga o mesmo padrão do resto do projeto. O moderno fica por conta de fundo acinzentado, laca, muito vidro nas portas, uso da cor branca, puxador não-aparente com perfil de alumínio.

4. Mesa: O balcão é versátil e pode se transformar em uma mesa de jantar. Se essa é a intenção, deve ser um pouco mais baixo que o balcão utilizado como bar. Essa opção se torna aliada de casas e apartamentos pequenos.

5. Piso: Como a proposta da cozinha americana é integrar os ambientes, é interessante que o seu piso seja o mesmo da sala vizinha. Vale até apostar em madeira. Os vernizes que as madeiras recebem hoje são mais fortes e dão maior proteção. Fora isso, os produtos de limpeza atuais retiram a necessidade de jogar água no chão para lavar a cozinha.

Photo Credits: Divulgação
6. Pastilha no chão: Por mais que a madeira receba proteção maior, algumas pessoas podem ficar com receio de investir nela na hora de revestir o chão da cozinha.

7. Revestimento da parede: As paredes da cozinha americana não precisam seguir a pintura do restante dos cômodos da casa. Por mais que se queira integrar, é importante pensar na praticidade. A tinta não torna mais fácil a limpeza. Entre as sugestões de revestimento estão fórmica e pastilhas.

8. Móveis: Os móveis podem ser de materiais diferenciados. Quem quer conferir um ar mais rústico à cozinha americana tem como opção a madeira. A madeira de demolição está na moda e é muito resistente.
Photo Credits: Divulgação
9. Ambientes Pequenos: Donos de casas e apartamentos pequenos devem tomar cuidado para que a cozinha americana não pareça menor do que já é. Coloque cor nos acessórios.
O fogão de mesa, além do apelo moderno, ocupa menos espaço. Deixe de lado a ideia de utilizar porta de correr e aposte no balcão, que é versátil e pode se transformar até em mesa de jantar.

Photo Credits: Divulgação
10. Detalhes: A cozinha americana pede cuidados maiores na escolha dos eletrodomésticos, revestimentos, armários. Isso porque fica mais exposta e deve seguir o contexto da decoração da casa.

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sexta-feira, 18 de setembro de 2015

Como ampliar espaços pequenos

Para decorar espaços pequenos, cada vez mais comuns nos dias atuais, podem ser utilizados alguns truques que geram sensação de amplitude:

1- Aproveite bem as janelas

Janelas e aberturas podem ser uma importante ferramenta para ampliar espaços, pois ela puxa a atenção para o lado externo, tornando-o parte do ambiente. Valorize este efeito deixando as molduras na mesma cor que a parede, eliminando assim contrastes que separam a vista da janela do restante do ambiente. Para privacidade, instale cortinas ou persianas leves que possam ser totalmente abertas e instale-as próximas ao teto, para que a janela pareca maior.

2- Utilize mobiliário multifuncional

Móveis que se transformam são uma alternativa interessante e extremamente eficiente para racionalizar o uso dos espaços, já que utilizam uma mesma área para abrigar diferentes funções, dependendo do momento.

Photo Credits: Lojas KD


3- Desencoste os móveis das paredes

Por mais que pareça contraditório e fora da tendencia automática o mobiliário desencostado das paredes cria uma leveza que tem coma efeito principal a ilusão de amplitude.

4- Faça o ambiente parecer mais alto

Utilize recursos e elementos que voltem a atenção para o alto, tais como painéis, molduras de teto, elementos verticais como espelhos ou quadros. 

5- Libere o teto e o piso

Da mesma maneira que paredes livres geram leveza e consequente sensação de espaço, o mesmo vale para o teto e para o piso. Portanto uma boa dica é não encostar o topo dos armários no teto, e utilizar, quando possível, móveis suspensos.

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quarta-feira, 16 de setembro de 2015

Tendência em decoração - Mármore

O mármore tem invadido tudo o que esteja relacionado com decoração. Mantendo-se como revestimento de luxo em cozinhas e banheiros, a verdade é que a tendência mármore está a estender-se para outros espaços da casa e objetos de decoração, variando também em termos de cores.

Decorar com mármore inclui agora tampos de mesas, aparadores e armários, emprestando ainda o seu padrão glamouroso a papel de parede, têxteis, quadros, vasos, tabuleiros e outras peças decorativas.







Photo Credits: Eu decoro