sexta-feira, 6 de novembro de 2015

Móveis feitos com pallets

Os pallets são estrados de madeira, metal ou plástico usados no transporte e armazenamento de cargas, muito usados por supermercados, armazéns, transportadoras, e atualmente vêm sendo aproveitado para a criação de móveis. Além de serem considerados ecológicos por serem feitos com matéria-prima reaproveitada, os móveis de pallet geram efeito descolado e descontraído a qualquer ambiente.


Existem pallets de diversos tamanhos, o que aumenta as possibilidades na hora de inventar os móveis, e eles são muito resistentes, permitindo sua utilização como peças mais estruturais, como a base de uma cama ou sofá, por exemplo.


Podem ser usados também como mesa, e nesse caso é interessante colocar um tampo de vidro para apoiar pequenos objetos. Outra opção é colocar o pallet na parede, como um painel ou até como uma pequena estante, uma adega ou um cabideiro, por exemplo.



Se existir algum lugar para pendurá-lo, o pallet se transforma até em balanço, bastando colocar cordas e algumas almofadas.


Para o acabamento, é interessante lixar e depois aplicar um verniz ou tinta, para tirar o aspecto industrial e também proteger o móvel, ou então pode-se adquirir em lojas o pallet pronto.

Photo Credits: Pinterest

Novos pontos de luz sem quebradeira

Muitas vezes queremos melhor a iluminação dos ambientes, acrescentando novos pontos de luz, mas não queremos ou não podemos quebrar as paredes e o forro para passar os fios e a tubulação que normalmente é necessária.


Para essas situações, é possível utilizar luminárias de piso ou abajures, que podem ser ligados à tomada. Porém em ambientes como cozinhas e banheiros, por exemplo, onde essas peças não ficam bem ou não tem onde ser colocadas, existem também outros recursos, como a fita de led ou a luminária adesiva de led.


A fita de led é um tubo flexível cheio de pequenas lâmpadas, que parece e é também chamado de mangueira de led. A fita é ligada na tomada comum, e pode ficar embutida nos armários ou no forro, criando uma iluminação espalhada e homogênea. Existem inclusive modelos de fita que são adesivas, têm regulagem de intensidade ou que acionamento por controle remoto.



Já a luminária adesiva de led tem funcionamento mais independente, com pilhas do tipo AAA embutidas, e é acionada quando se toca na peça. Então não precisa de fios e nem de interruptor, funcionando como se fosse uma lanterna. É ideal para ser colocada sob os armários suspensos da cozinha, por exemplo, pois pode ficar aparente e tem iluminação mais focada.


Por serem de led, estas alternativas consomem muito menos energia do que as incandescentes, com uma economia que pode chegar a até 75%, e ainda dispensam a quebradeira.

Photo Credits: Pinterest

Sensação Causada pelos materiais na decoração

A sensação causada pelos materiais é um dos fatores de maior impacto no que chamo de “psicologia dos ambientes”. Junto com a escolha das cores e com os efeitos espaciais e de iluminação, a seleção de materiais deve então ser feita com critério, de acordo com o resultado pretendido.

Os efeitos podem ser misturados, buscando a proporção que mais agrade e que seja também mas eficiente para cada espaço. Para fazer essa seleção, é preciso conhecer as sensações geradas por cada material:


A madeira é conhecida por agregar conforto aos ambientes. Isso acontece porque ela é um material com ótimas características térmicas, ou seja, tem temperatura sempre agradável ao toque, refletindo ou absorvendo o calor na medida ideal. Além disso, a madeira proporciona sensação aconchegante pelo seu visual rústico e porque ajuda a absorver os sons, melhorando a acústica dos espaços.




As pedras podem ter efeitos diversos, de acordo com o tipo de acabamento, mas em geral são frias e rústicas. Elas podem então ser uma boa opção em locais muito quentes ou quando se quer uma ambientação mais natural. Porém é interessante misturá-la a outros elementos mais aconchegantes, especialmente em ambientes de maior permanência, como quartos e salas.

Os tecidos, por sua textura agradável, proporcionam sensação acolhedora e confortável, especialmente quando usados em objetos macios como estofados ou almofadas. Podem ser usados também como revestimento de paredes, nos tapetes e nas cortinas, optando-se por tecidos menos absorventes ou então pela sua não utilização em locais com fumaça ou com muita umidade.
O fato de serem absorventes pode ser útil, no entanto, em locais onde a acústica seja importante, como salas de TV.


Os metais, como ferro, aço ou alumínio, são materiais que conferem um impacto mais industrial e high Tech aos ambientes, pois são em geral frios e de aparência oposta aos materiais naturais. Podem ser uma boa opção, portanto, para balancear a ambientação que tenha muitos materiais de aspecto rústico, ou então para complementar e combinar com uma decoração mais moderna.

Os materiais que imitam outros materiais, como a madeira plástica ou os papéis de parede com aspecto metálico, por exemplo, costumam apresentar os mesmos efeitos visuais dos originais, porém com sensações diferentes em termos de temperatura e toque. Isso pode ser bom ou ruim, dependendo de cada caso. O importante, sempre, é analisar todas as características de cada material, tanto em termos funcionais quanto psicológicos, para fazer escolhas conscientes, que se encaixem com os efeitos desejados.

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sexta-feira, 23 de outubro de 2015

Plantas em varandas de apartamentos

Colocar plantas em varandas é a forma mais próxima que se pode chegar de um jardim dentro dos apartamentos. Elas podem ser colocadas em vasos no chão, na parede, suspensas no teto ou debruçadas no guarda-corpo (trepadeiras). Para receber gramado, o piso tem que ser tratado, para ficar totalmente impermeabilizado.

Para criar uma maior sensação de jardim, o piso pode ser de pedra ou madeira, ou então ser coberto com pedriscos, intercalados ou não com a madeira, que pode vir em placas avulsas.


Em relação à escolha das plantas, é preciso analisar fatores como o tamanho da varanda e também o quanto ela recebe de vento e de luz do sol.

O tamanho e o uso que se quer dar para a varanda determina o tamanho das plantas a serem colocadas, sendo que para sentar na varanda é preciso deixar o espaço da cadeira e mais o acesso a ela livres. Ou então, caso a intenção seja transformar o espaço em uma espécie de jardineira de grande porte, podem ser utilizados vasos maiores, com plantas mais altas, para realmente chamar a atenção de dentro do do apartamento. É importante não deixar a varanda cheia demais, para não sobrecarregar visualmente e também permitindo o acesso a cada planta para conseguir regá-las com facilidade.

O vento e a luz que incidem na varanda interferem no tipo de planta escolhida, já que algumas preferem sombra, outras precisam e resistem melhor ao sol, e algumas são mais resistentes ao impacto do vento do que outras.


Em varandas com muito sol, algumas opções são flores como gerânios, tulipas, rosas ou petúnias, ou então palmeira fênix, moréia bicolor, pleomele e jabuticabeiras. No geral estas são plantas ideais também para receber vento, exceto pelas flores, que são mais delicadas.

Varandas à meia-sombra podem ser bons locais para lança-de-são-jorge, pândano espiral, pata-de-elefante, pau-d’água, asplênio e palmeira-ráfis ou, caso se queira uma varanda mais florida, hortênsias, sinos, fúcsias e louros.


Já para varandas com sombra constante, algumas espécies indicadas são a palmeira-ráfis e a bromélia de sombra, ou flores como bromélias, balsaminas e camélias.

Em qualquer situação, é importante verificar a quantidade de rega necessária para cada planta, optando pelas que menos necessitam de água caso se queira ter plantas com menor necessidade de manutenção.

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quinta-feira, 22 de outubro de 2015

Lareiras Ecológicas

As lareiras ecológicas são também conhecidas como lareiras de etanol, pois funcionam à base de álcool. Essa característica é a que lhe confere perfil ecológico, pois não precisam de lenha para queimar e também não liberam CO2, que é o resultado da queima.


E como não existe nenhuma fumaça, não existe a necessidade de chaminés. Esse aspecto tem muito impacto na arquitetura de interiores, pois permite que a lareira seja utilizada em qualquer local sem dificuldades, além de poder ser deslocada a qualquer momento.


Além da lareira portátil, no entanto, existe a opção de deixar a lareira ecológica fixa, embutida no mobiliário. Para isso, basta adquirir o queimador à parte, e colocá-lo dentro do móvel de acordo com as normas de segurança. É preciso também tomar cuidado para evitar o contato do fogo com materiais inflamáveis, como tecido ou madeira, além de deixá-lo protegido com vidro em locais com crianças ou animais que possam tentar encostar na chama.





A lareira à álcool é mais ecológica do que a lareira elétrica, que também é outra alternativa que dispensa chaminés, pois não consome energia. Outra vantagem é a presença do fogo em si, que gera uma sensação mais agradável e natural.

A lareira ecológica pode ser usada em ambientes internos e também em varandas, e a eficiência do aquecimento varia de acordo com o modelo, que pode ser maior ou menor. O design também é variado, com peças mais clean e outras mais rústicas, e alguns modelos possuem até controle remoto.


Photo Credits: Pinterest

Cubas para banheiro

Cubas de apoio recebem esse nome por serem apoiadas sobre a bancada, ao invés de coladas na parte de baixo. São muitas vezes confundidas com as cubas de sobrepor, que também são apoiadas no tampo, porém com a diferença que as de apoio ficam inteiras na parte superior da bancada, enquanto as de sobrepor ficam com apenas uma borda saltada.


A altura da bancada precisa ser menor quando se usa uma cuba de apoio, pois o que importa é a altura da parte superior da cuba, que deve ficar a aproximadamente 85cm do chão. Uma certa variação é admitida, especialmente de acordo com a altura dos usuários, mas nunca ultrapassando os 90cm de altura ou ficando abaixo de 80cm. Para saber a altura final da bancada, então, basta definir essa medida e subtrair a altura da cuba escolhida.


As cubas de apoio podem ser de diversos tamanhos e formas, mas em geral agregam design diferenciado aos banheiros, e também leveza dependendo do desenho da peça.


Em bancadas com pouca profundidade, podem ser usados os modelos que têm base menor do que a parte superior, ficando assim com a ponta de cima para fora da bancada. É preciso tomar cuidado apenas para que a base fique inteiramente apoiada no tampo, com mais alguns centímetros de folga para não dar a sensação que ela vai cair para a frente.

MODELO E ALTURA DE TORNEIRA PARA CUBAS DE APOIO

O tipo de torneira indicada para ser usada com cubas de apoio, caso o ponto de fixação seja na bancada, são as chamadas “torneiras de bica alta”, que são mais compridas, com a água saindo de um ponto mais alto. O acionamento na parte superior da torneira, ao invés de na base, também é mais prático nesse caso, pois não fica escondido atrás da cuba, dificultando o acesso.


Se a cuba tiver furos para instalação da torneira na própria peça, as torneiras podem ser mais baixas, como se a cuba fosse de embutir, mas caso se queira um maior destaque é possível usar torneiras mais altas também.


Podem ser usadas também torneiras de parede, tomando o cuidado de deixar o ponto de saída da água de preferência a cerca de 10 a 15 cm acima do topo da cuba. O importante é que a água não saia muito do alto, para não espirrar para fora, mas que também não fique tão baixa a ponto de se ter que colocar a mão inteira dentro da cuba para enxaguá-la.


Photo Credits: Pinterest

O que é um Loft

O chamado “estilo loft” é um termo que tem sido utilizado de maneira aleatória, normalmente para designar ambientes integrados ou com pé-direito duplo, mas para entender o que é o verdadeiro loft é preciso conhecer suas origens.


Na verdade, o termo “loft” em si se refere a um espaço de armazenagem geralmente no alto de galpões, celeiros ou outros ambientes amplos sem repartições e com pé-direito alto.

O conceito de loft como moradia urbana começou a ser difundido a partir da ocupação de galpões industriais primeiramente na França, nos anos 50, e depois em Nova Iorque. Após alguns anos, com a exposição da idéia em filmes como “Flashdance” e “Ghost“, os lofts caíram no gosto geral, e começaram a ser reproduzidos em locais que não fossem originalmente galpões industriais, mas que mantivessem os aspectos que os caracterizam.





Por serem surgido a partir de galpões reaproveitados de maneira informal e principalmente por um público alternativo, muitas vezes composto por artistas e profissionais liberais, o loft ficou associado à idéia de ambiente descolado, e também com algumas características espaciais e decorativas bem marcantes:

- Pé-direito alto, muitas vezes com mezanino;
- Presença de uma ou mais aberturas amplas e altas, tais como as existentes nos antigos galpões;
- Tubulações hidráulicas e estrutura aparente, além de revestimentos rústicos aparentes, como tijolos e piso de cimento;
- Ambientes integrados, sem muitas divisões, mantendo a sensação de amplitude e liberdade.

Sendo assim, não é qualquer sala com cozinha americana ou apartamento duplex que pode ser identificado como um loft, como muitas vezes acontece, já que o conceito original remete a um estilo de vida e sensações espaciais bem específicas, que caracterizam o chamado “Loft Living” (Vida em lofts). Alguns elementos, porém, podem aparecer isoladamente, lembrando o conceito de uma maneira mais vaga e agregando “toques de loft” aos espaços.

Photo Credits: Design and Landscaping Ideas

quarta-feira, 21 de outubro de 2015

Papéis de parede decorativos

Os adesivos decorativos recebem esse nome por serem usados como parte da decoração dos ambientes, seja nas paredes, nos móveis, nos eletrodomésticos ou até nas janelas e nos boxes dos banheiros.


Existem adesivos sem fundo com desenhos variados, e estes são os melhores para decorar de maneira mais leve e descontraída, deixando a ambientação mais divertida. Muitos têm temas específicos, permitindo caracterizar os espaços, para que eles fiquem com o visual correspondente a um assunto específico ou à personalidade de cada um.


Dependendo da imagem escolhida, o resultado pode ser bem variado, porém de maneira geral o uso de adesivos confere certo descolamento e visual diferenciado à decoração, já que os desenhos tendem a deixar o ambiente mais divertido.




Já os que revestem áreas maiores, como os que imitam outros revestimentos ou têm grandes imagens impressas como fotos ou paisagens, são ideais para destacar uma parede de maneira bem impactante, quando são mais chamativos, ou então para cobrir as paredes sem sujeira e com a possibilidade de tirar o revestimento sem grandes reformas no futuro.


A ausência de espessura é outra vantagem dos adesivos, bem como a instalação prática e fácil, que requer apenas cuidados para não formar bolhas.


Algumas peças, como móveis e principalmente eletrodomésticos como geladeiras e frigobares, podem ganhar figuras pontuais de adesivo ou então serem totalmente revestidos, com adesivos lisos ou então estampados, dependendo do gosto e do encaixe no projeto. Esse recurso é bom para renovar peças antigas ou então para simplesmente dar um toque e valorizar elementos que de outra forma ficariam mais apagados. A durabilidade tende a ser grande, caso o adesivo seja bem aplicado.


Qualquer ambiente permite a colocação de adesivos decorativos, sendo os quartos infantis o local onde eles mais são usados, já que deixam o espaço mais alegre e divertido, principalmente se forem coloridos.


Porém em qualquer espaço é interessante que eles não sejam usados em excesso, deixando pelo menos algum espaço entre cada adesivo, para que as imagens não se confundam e fiquem competindo entre si.


Photo Credits: Dicas de Arquitetura

Móveis e acessórios infantis

Para escolher os móveis e acessórios infantis é bom ter em mente o ambiente como um todo, pois o aspecto colorido é bom para criar sensação alegre, mas se não for usado com critério pode deixar a decoração poluída e caótica.


Se a intenção for criar um quarto especificamente masculino ou feminino, podem ser usados móveis com gênero bem definido, como camas de carrinho ou de princesa, ou então móveis com cores específicas, que podem combinar ou contrastar com as cores das paredes.


Os acessórios costumam ser de cores bem variadas, e se misturam com os brinquedos em uma composição de cores bem chamativas. Por isso, se a quantidade de acessórios e brinquedos expostos for muito grande, é interessante usar cores mais neutras e suaves nas paredes e no mobiliário de maneira geral. Isso organiza o espaço e também realça as cores dos acessórios, que ficam mais valorizados.




Os móveis e acessórios infantis costumam puxar para dois lados diferentes: Ou são divertidos ou são meigos. É preciso então definir o tipo de ambientação desejada, e misturar elementos com uma característica ou outra, se quiser, mas preferencialmente deixar um dos estilos como dominante e o outro apenas como complementar.


Alguns toques de cor ou formas mais sérias podem também ser usadas, para balancear a decoração final e evitar o excesso de informações.

Photo Credits: Dicas de Arquitetura

Qual Rodapé usar?

A colocação de algum tipo de rodapé entre o piso e a parede é importante principalmente para proteger a parte mais baixa da parede do desgaste gerado pelo contato com a sujeira e também por eventuais choques de pés e objetos como vassouras, aspiradores de pó, etc. Nesse aspecto qualquer rodapé funciona, e não é totalmente necessário em locais onde as paredes são revestidas com cerâmica, porcelanato ou outro material mais difícil de sujar, a não se que se queira criar algum tipo de efeito estético.

Qualquer rodapé funciona para proteger as paredes, mas alguns fatores devem ser observados em relação à arquitetura dos ambientes, já que eles podem ter diferentes formas, materiais e cores.

Antigamente os rodapés eram sempre feitos no mesmo material que o piso, e tinham uma altura pequena, de cerca de 5cm apenas. Atualmente, essa solução ainda pode ser utilizada, mas existem também algumas outras:


- Escolha do rodapé quanto ao material

O rodapé no mesmo material do piso serve para valorizar o piso, que parece que está “invadindo” a parede, ficando com isso mais destacado e imponente.

Caso a idéia seja usar um material para o rodapé diferente do escolhido para o piso, então os fatores a analisar, fora os estéticos, são a resistência a choques e à umidade de cada material, além das possibilidades de acabamento, para que ele fique de acordo com o contexto da ambientação. Rodapés de pedra ou cerâmica são mais resistentes, enquanto rodapés de madeira permitem uma maior variedade de acabamentos, por exemplo. E tudo depende dos outros elementos presentes na decoração, para que material do rodapé não fique perdido e sem sentido.




Um material muito utilizado atualmente para fazer rodapés sem ser igual ao piso é o rodapé em perfil de alumínio, que é bem resistente e fica encaixado na parede, criando um resultado clean e moderno, além de eficiente e econômico. A sensação final é de que a parede está praticamente descolada do chão, e por isso ela é chamada de “parede flutuante”. Para colocá-lo, é preciso calcular o espaço a ser deixado na base da parede para embutir o perfil.

Outros materiais também podem ficar embutidos na parede, porém somente o perfil de alumínio, que fica recuado, cria essa sensação mais leve, já que os demais ficam chapados em relação à parede, tirando apenas a espessura sobressaliente.

- Escolha da forma e tamanho do rodapé

De maneira geral, rodapés com acabamento reto são mais modernos, enquanto formas curvas são mais suaves e tradicionais. Quanto mais detalhes a peça tiver, como frisos ou recortes, mais destacado ficará o rodapé, portanto a quantidade de informação visual deve ser balanceada de acordo com o restante do ambiente.

A altura do rodapé determina sua imponência e robustez, sendo que rodapés muito altos podem dar sensação até de que o pé-direito é mais baixo, portanto não devem ser usados em ambientes em que o teto não seja muito elevado.

- Escolha da cor do rodapé

De acordo com a sua cor, o rodapé pode ficar realçado ou mais escondido. Para ficar mais discreto, basta que seja da cor da parede ou do piso, e de uma cor diferente para ficar destacado. O rodapé mais discreto é neutro, servindo para valorizar o acabamento do piso ou então deixar a decoração mais leve, enquanto uma cor diferenciada  chama a atenção para baixo, para o contorno dos ambientes. Em pequenos espaços, portanto, é melhor que o rodapé fique menos aparente, para que as dimensões reduzidas não fiquem tão nítidas.

Por fim, no caso de ser de uma cor diferente do piso ou da parede, é importante que o rodapé tenha alguma tonalidade já presente no ambiente, pois caso contrário irá destoar demais e ficará parecendo uma fita de emenda que foi colocada e esquecida ali por acaso.

Photo Credits: Dicas de Arquitetura

quinta-feira, 1 de outubro de 2015

Mesa de parede dobrável

A mesa de parede recebe esse nome por ser presa na parede, ao invés de apoiada no chão. Mesmo sendo fixa em um único ponto, sem poder ser deslocada de um lugar para outro, ela tem a vantagem de liberar o piso, deixando a ambientação mais leve.


Quando a mesa de parede é dobrável, a versatilidade fica maior, pois ela pode ser recolhida, liberando o espaço totalmente.

A maior parte dos modelos desse tipo de mesa tem pouca profundidade, para facilitar a sustentação. Sendo assim, elas podem ser usadas como bancadas de refeição rápida na cozinha, bancadas de apoio para o manuseio de alimentos, ou até como suporte para notebooks em home offices.





Para incrementar a funcionalidade, a mesa pode ser integrada com armários, que ficam fechados constantemente ou então com portas que funcionam como mesa, deixando o armário aberto quando apoiadas no chão e fechado quando recolhidas.

As mesas de parede com forma arredondadas são ideais para pequenos espaços, ou então para locais que ficam muito na passagem ou onde existam crianças, pois não têm quinas nos cantos para bater.

Photo Credits: Tok & Stok


segunda-feira, 28 de setembro de 2015

Mesas diferenciadas

As mesas de design diferenciado e reconhecido internacionalmente são ótimas para dar destaque e personalidade a qualquer sala. Algumas com visual mais clássico, outras mais ousadas, mas sempre com desenhos que deixam claro que a mão de um profissional passou por ali:





- Mesa Noguchi Ciclone

Obra do designer Isamu Noguchi, a Mesa Ciclone tem esse nome pelo formato dos seus pés, em linhas trançadas imitando o movimento de um ciclone. Com visual moderno e leve, confere um toque high tech à ambientação.





- Mesa Saarinen

Parte da linha Tulip do arquiteto Eero Saarinen, a mesa Saarinen pode ter tampo oval ou redondo, e sua base é arredondada, de desenho suave.

- Mesa Swan

Mesa desenhada pelo arquiteto e designer dinamarquês Arne Jacobsen, faz parte da linha Swan, desenhada no final dos anos 50. A linha se caracteriza pela base, com haste única no centro e que se divide na parte de baixo em vários pés horizontais. O nome “Swan”, que significa “Cisne”, vem da forma resultante desse desenho da base, que imita os pés dos cisnes juntamente com a forma das cadeiras dessa linha, que imitam as asas.


- Mesa Vladimir Kagan

Uma das mesas desenhadas pelo designer Vladimir Kagan, que recebeu seu nome. Sua principal característica são os pés inspirados em galhos de árvores, com linhas suaves e pontas finas que lhe conferem extrema leveza. Pode ser usada como mesa de jantar ou no escritório.


- Mesa Warren Platner

Parte da coleção Platner, desenvolvida pelo designer e arquiteto Warren Platner na década de 1960, junto com a equipe da Knoll. A produção foi muito complicada porque envolvia em sua estrutura centenas de varas metálicas que precisaram ser soldadas mais de mil vezes. O resultado final, no entanto, é extremamente marcante e diferenciado.


Photo Credits: Pinterest

domingo, 27 de setembro de 2015

Vasos na parede

Colocar vasos na parede pode resolver duas coisas de uma vez só: Criar destaque para alguma parede específica que se queira valorizar, e ao mesmo tempo conseguir colocar plantas em locais com pouco espaço disponível no chão. É, portanto, uma maneira útil e agradável de aproveitar os espaços na vertical, sendo o uso de plantas uma ótima pedida para gerar bem-estar a qualquer ambiente.


Para fazer isso, é possível comprar vasos de parede, e fixá-los de maneira independente, diretamente na parede, ou então usar algum tipo de painel para agrupar os vasos. Eles podem ser vasos fixos ou então podem ser usadas pequenas prateleiras de apoio, para deixar os vasos soltos. A vantagem de deixá-los soltos é a facilidade no caso de uma eventual troca de plantas no vaso ou até mesmo da troca do vaso. Existem até algumas prateleiras feitas para isso, em que os vasos ficam soltos, mas embutidos.

Um ponto importante a ser considerado é a altura onde os vasos serão colocados, pois é preciso regar cada plantinha, e se elas ficarem muito altas pode ser necessário o uso de bancos, o que não é muito prático. O ideal, portanto, é deixá-los no máximo até um pouco acima da altura da cabeça da pessoa que irá fazer a manutenção.




Outra questão é a composição que os vasos irão formar na parede. No caso do uso de um painel, a posição de cada vaso pode variar bastante, pois o painel em si dá ideia de unidade e organiza o conjunto. Ele pode ser um painel fechado, de madeira ou até mesmo de xaxim, com vasos do mesmo material, ou então vazado, para ficar mais leve.


Mas se forem usados apenas os vasos na parede, é interessante deixá-los alinhados, na vertical ou na horizontal, ou então deixá-los pelo menos com o mesmo espaçamento entre si, criando algum sentido na composição mesmo se estiverem desalinhados. E se as plantas forem pequenas, os vasos devem ficar próximos um dos outros, para ficarem integrados, mas não a ponto de fazer com que as plantas se encostem.

Photo Credits: Pinterest


Mesas para notebook

Práticas e ergonômicas, as mesas para notebook são uma alternativa mais confortável e segura às soluções improvisadas como apoiá-lo no colo, sobre almofadas ou então em mesas que não foram feitas para isso.

São mais confortáveis porque possuem medidas mais adequadas e também se encaixam no mobiliário, e mais seguras porque o notebook precisa ficar sempre apoiado em algum lugar sólido, que permita a ventilação pela sua parte inferior. Quando colocamos o note sobre qualquer objeto macio, como a colcha da cama, o sofá ou uma almofada, a parte de baixo fica encostada no tecido, sem liberar aqueles poucos milímetros necessários para o resfriamento. Isso pode provocar acidentes ou no mínimo prejudicar o aparelho.


Existem almofadas especiais, com a parte de cima rígida, ou então bandejas que cumprem com essa função de maneira simples e bem versátil, podendo ser usadas em qualquer canto, desde o sofá da sala até na cama. A desvantagem é ficarem apoiadas diretamente sobre o colo, tendo que ser retiradas cada vez que se quer levantar.



Já as mesas para notebook propriamente ditas permitem o uso confortável do aparelho sem ter que equilibrá-lo sobre as pernas, bastando empurrar ou puxar a mesinha para utilizá-la.


Os modelos variam quanto à quantidade de regulagens que possuem, podendo ter inclinação na plataforma de apoio, regulagem de altura e também algumas opções com armário ou com suporte para o mouse e outros objetos. Essas variações são ideais para usar a mesa em diferentes móveis, ou então para ajustar de acordo com diferentes pessoas e usos.


No geral, são peças leves, que podem ser facilmente encaixadas na decoração, ficando próximas à parede quando não estão sendo usadas, como se fossem uma escrivaninha, ou então do lado do sofá ou cama onde serão utilizadas, para aumentar a praticidade.

Photo Credits: Pinterest